17 de agosto de 2015

Hardcore fest!


Dia 29 de agosto tem mais uma tosqueira pra galera que curte um bom e velho Hardcore com as bandas:
Sextante
Agaplore
Mental Caos
Arma de Fogo
Rapante
Começa as 16h no Studio Knob, contamos com sua presença!

12 de agosto de 2015

FESTIVIDADE DE SÃO JOAQUIM NO CURIAU: 200 ANOS DE HISTÓRIA


A festividade em honra à São Joaquim, realizada há mais de dois séculos pela comunidade quilombola do Curiaú, já está acontecendo na sede local. O ponto alto na programação da festa é o tradicional "batuque", dança criada pelos negros da região e a ladainha dedicada ao padroeiro.  

O administrador da festa José Araújo da Paixão, coordena as atividades conduzindo a solenidade religiosa que tradicionalmente é repassada de geração para geração ao longo dos anos. “A festa de São Joaquim é sempre um momento de resgate da nossa cultura afrodescendente, uma busca pelo valor de um povo que muito batalhou para o desenvolvimento dessa comunidade que existe hoje”, afirmou o administrador.

A programação iniciou no dia 09 e segue até o dia 18 de agosto, data em que é comemorado o dia do padroeiro São Joaquim. A comunidade de Curiaú de Fora está localizada há cerca de 8 quilômetros de Macapá. 

PROGRAMAÇÃO:
09/08 – Domingo
06h00 Abertura: Queima de Fogos
20h00 Ladainha e Folia

10/08 a 13/08
20h00 Ladainha e Folia

14/08 – Sexta Feira
07h00 Levantamento do Mastro
08h00 Hasteamento da Bandeira
12h00 Almoço
18h00 Jantar
20h00 Ladainha e Folia
21h00 Batuque

15/08 – Sábado
12h00 Almoço
18h00 Jantar
20h00 Ladainha e Folia
21h00 Baile Dançante

16/08 – Domingo
20h00 Ladainha e Folia

17/08 – Segunda Feira
12h00 Almoço
18h00 Jantar
20h00 Ladainha e Folia
21h00 Batuque

18/08 – Terça Feira (Dia do Santo Padroeiro)
09h00 Missa
10h00 Café da Manhã
12h00 Almoço
17h00 Procissão
18h00 Ladainha e Folia
19h00 Jantar
21h00 Baile Dançante

11 de agosto de 2015

TRAVESSIAS- um laboratório cênico e performativo


Travessias é um laboratório de teatro e performance que será realizado no espaço Tatamirô, em Macapá e no Recanto da Aldeia, na Ilha de Santana. Será voltado para artistas de teatro, performance e pessoas interessadas na área com desejo de experenciar uma investigação artística baseada na autopercepção e sensibilização de si e em comunidade.

Em cada participante, a investigação perpassará caminhos de abertura para o jogo em coletivo e estímulos a criação na relação com diferentes espacialidades (internas, externas, naturais, urbanas, etc).

Serão 3 dias em sala e 2 dias em acampamento, pesquisando sutilezas de relações, perguntas, reinvenções autobiográficas e multiplicidade de caminhos a partir dos processos criativos de cada um e em coletividade.

Este laboratório de experimentação artística visa investigar pontes entre o íntimo e o universal de cada participante, na busca pelo essencial, pela urgência da ação enquanto rito de si no mundo.

Quando: Dias 12, 13 e 14 de agosto/2015 de 18h30 às 22h
de 07h00 do dia 15/08 às 12h00 do dia 16/08 (sábado e domingo)


Vagas Limitadas!!!
Investimento: R$ 100,00

Informações e Inscrições: (96) 981348107
981167007
991291124


WELLINGTON DIAS

Artista do Bando Filhotes de Leão (RJ). Atualmente pesquisa Performance Art- Direção Teatral no Rits School of Arts em Bruxelas, na Bélgica. Bacharel em artes cênicas, com habilitação em Interpretação na Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro. Ator em “The dark world speaks”, direção de Christiaan Mariman no ITS Festival Amsterdam, na Holanda e no Mayday Mayday Festival em Ghent, na Bélgica (2015), “Relicário” e “Beco do Bandeira”, direção de Sidnei Cruz, no Rio de Janeiro (2010). Contemplado com o projeto TECNO BARCA I e II no Rede Nacional Funarte de Artes Visuais (2011) e Premio Samuel Benchimol de Empreendedorismo Consciente do Banco da Amazônia (2012). Realizou a performance “ROLO” no MAXXI MUSEO NAZIONALE DELLE ART DEL XXI SECOLO, em Roma, na Itália à convite do Transnational Dialogue: Europa- China- Brasil (2014) e na Mostra (re) fluxus, performances pós almoço, no II Seminário Internacional Corpo Cênico na UNIRIO (2013). Performer na intervenção pública “EXISTIMOS” do Movimento Cidades (In)visíveis na Mostra In Cena Múltiplos Palcos do Oi Futuro – Rio de janeiro - RJ (2012).

Especial The Cranberries


10 de agosto de 2015

O lugar é: Praça Floriano Peixoto, porque tão descuidada?

Um dos lugares mais conhecidos e saudosos de Macapá até hoje é a Praça Floriano Peixoto, que nas antiguidades, tinha um aspecto alagado e feio. Por tais características acabou sendo apelidada de "Praça do Sapo" ou "Lago do Sapo", lá pelos anos de 1960*. * Blog Porta Retratos AP

Com a chegada do "saneamento básico" e a pavimentação, o aspecto do lugar melhorou e a Floriano foi adotada como lugar de passeios em família, "fuga" nos intervalos da escola, ponto de encontro, namoricos, conversas aleatórias, e atividades culturais da cidade como : "Lago do Rock", de onde sairiam várias bandas locais para movimentar o mundo macapaense da música. O espaço da praça que rolavam os sons já não existe mais, infelizmente. E claro, lugar também é certo para os skatistas colocarem o carrinho para trabalhar na pequena e reivindicada pista central. 

A praça Floriano Peixoto possui um pequeno lago (poluído, infelizmente), que chama a atenção principalmente por estar localizada no centro da cidade (para situar quem não conhece, o ponto de referencia é a rua General Rondon). Ela passou um tempo esquecida, mas em 2009 foi revitalizada e ganhou novos ares, com muito verde, flores e o famoso "pedalinho", que tem aquele "quê" romântico de um passeio a tarde e também faz a alegria (ou terror) das crianças.   

A iluminação também teve um retoque, porém recentemente dei um passeio por lá num dia de semana à noite, e as luzes estavam apagadas, a grama mal cuidada e o banheiro público nem preciso descrever. Lembro também que aconteceram episódios infelizes com skatistas. Mas diante do valor emocional e histórico do lugar, os acontecimentos são relevantes. 


O anseio fica mesmo para que a "Praça Floriano", como é chamada cotidianamente, esteja sempre iluminada para deixar um pouco mais bonito nosso passeio de cada dia pelas ruas de Macapá.









Camila Karina

5 de agosto de 2015

Banda VOXX VOYAGE faz show de estréia

VOXX VOYAGE fará sua estréia em um dia de festa: Aniversário de 5 anos do Vitruviano Bar! Preparem-se para agitar com os grandes hits das décadas de 80, 90 e muito mais! Venham fazer parte da nossa viagem musical! ‪#‎VVseguidores‬ ‪#‎music‬


Assessoria : Camila Karina Ferreira 

4 de agosto de 2015

Sesc Amapá recebe apresentações do Sonora Brasil

Alessandra Leite

No período de 4 a 7 de agosto o estado do Amapá recebe a 18ª edição do Sonora Brasil, projeto promovido pelo Sesc em todo o Brasil, que vai circular o país no biênio 2015/2016  com os temas “Sonoros Ofícios - Cantos de Trabalho” e “Violas Brasileiras”.

O Sonora Brasil tem o propósito de despertar um olhar crítico sobre a produção e mecanismos de difusão da música no país, incentivando novas práticas e novos hábitos de apreciação musical, promovendo apresentações de caráter essencialmente acústicos, que valorizam a autenticidade sonora das obras e de seus intérpretes com expressões musicais identificadas com o desenvolvimento histórico da música no Brasil.

Em 2015 o projeto trás ao Amapá os grupos Destaladeiras de Fumo de Arapiraca e Mestre Nelson Rosa (AL), Quebradeiras de Coco Babaçu (MA), Cantadeiras do Sisal Aboiadores de Valente (BA) e o Grupo Ilumiara (MG) que farão parte do circuito que abrange os municípios de Laranjal do Jari, Amapá, Mazagão e Macapá com apresentações que este ano seguem a temática “Cantos de Trabalho”.

Neste circuito serão apresentados gratuitamente ao público cantos de trabalho, que ainda é uma prática vigente em alguns estados do Brasil, concentrados, principalmente, na região Nordeste. Também traz o grupo Ilumiara, que produz repertórios a partir de pesquisas e apresenta em seu espetáculo a contextualização histórico-social dos cantos de trabalho no Brasil.

Em Macapá as apresentações vão ocorrer sempre ás 19h no auditório da escola Sesc que fica localizada na rua Jovino Dinoá, Beirol. Já nos outros municípios as apresentações vão acontecer nas unidades Sesc Ler.

Destaladeiras de Fumo de Arapiraca e Mestre Nelson Rosa (AL)


Grupo formado por cinco mulheres da região de Sítio Fernandes, município de Arapiraca, na zona rural do agreste alagoano, e Nelson Rosa, mestre de coco de roda reconhecido como patrimônio vivo do estado de Alagoas. O cultivo do fumo foi a principal atividade econômica por mais de cinco décadas em Arapiraca, as mulheres trabalhavam horas a fio sentadas no chão nos “salões de fumo”, destalando e selecionando as folhas ao som de cantigas entoadas para espantar o sono durante as madrugadas. O grupo traz no repertório, além das canções tradicionalmente entoadas na rotina laboral da destalação, cantigas de barreiro e tapagens de casa, os rojões de eito entoados nas tarefas da roça e o pagode, música que embalava as festas em que a comunidade comemorava o chamado derradeiro dia de fumo, no encerramento da safra. O grupo é formado por Josefa Correia Lima dos Santos, Isabel Cipriano dos Santos, Regineide Rosa dos Santos, Rosália Gomes dos Santos e Rosinalva Farias dos Santos, além de Mestre Nelson Rosa.

Grupo Ilumiara (MG)


O Ilumiara é formado por cinco músicos da cidade de Belo Horizonte que também atuam como pesquisadores, sendo o único dos quatro grupos que não está relacionado a uma prática da tradição. Além das músicas apresentadas, o grupo traz em seu espetáculo a contextualização histórico-social dos cantos de trabalho no Brasil. Sua apresentação levará ao público um repertório de cantos de trabalho recolhidos da tradição, diretamente em suas fontes, ou a partir de registros de pesquisadores pioneiros como Mário de Andrade, Angélica Rezende e Ayres da Mata Machado.
O grupo interpreta vissungos, cantigas de ninar, canto de lavadeiras, entre outros, em arranjos elaborados a partir de uma visão estética contemporânea. O Ilumiara é formado por Alexandre Gloor, Carlinhos Ferreira, Leandro César, Letícia Bertelli e Marcela Bertelli.

Quebradeiras de Coco Babaçu (MA)

O grupo é formado por oito mulheres que trabalham na quebra do coco babaçu desde a infância e hoje também exercem papel de liderança na defesa e valorização do trabalho das quebradeiras. A prática do canto durante a caminhada para os babaçuais e a quebra do coco é uma experiência que trazem desde a infância, quando acompanhavam mães e avós, na lida diária, época em que a criança participava ativamente no trabalho da agricultura na zona rural em diversas regiões do país. O repertório narrava fatos do cotidiano ou aludiam ao universo infantil através de cantigas de roda.
Mas o repertório que prevalece hoje está ligado à luta política. As músicas tratam de assuntos relacionados à valorização do trabalho, da mulher e da luta pelo acesso aos babaçuais que estão localizados em grandes latifúndios. São cânticos que refletem uma postura crítica e questionadora diante das condições de vida das trabalhadoras e suas famílias, que são entoados com voz firme e marcados pelo ritmo das ferramentas usadas na quebra: o machado e o porrete.
Sua formação conta com a participação de representantes das seis regiões onde a instituição possui representação. São elas: Dora, Moça e Silena, de Lago do Junco (MA); Nice, de Penalva (MA); Dijé, de São Luís Gonzaga (MA); Iracema, de São Domingos do Araguaia (PA); Francisca Lera, de Esperantina (PI); e Nonata, de São Miguel (TO).

Cantadeiras do Sisal e Aboiadores de Valente (BA)

A cidade de Valente está situada no nordeste da Bahia, a 240 quilômetros de Salvador, na principal região produtora de sisal do país, planta que é transformada, principalmente, em fibras e cordas, mas também em tapetes e outros produtos. Na região também se concentram fazendas dedicadas à agropecuária bovina e caprina, o que justifica a presença de aboiadores.
As cantadeiras do sisal são mulheres que trabalharam por muito tempo nas várias etapas de produção da fibra, desde o plantio até a fabricação dos produtos derivados, e que hoje são artesãs.
Ailton Aboiador e Ailton Jr., pai e filho, são aboiadores reconhecidos na região. O pai trabalhou por muitos anos na lida com o gado, transportando boiadas pelos campos do semiárido baiano. O aboio “pé duro” foi sua ferramenta de trabalho e as toadas foram sua companhia das horas de descanso no campo. O filho, desde criança acompanhava seu pai na lida com o gado e já na adolescência formava dupla cantando aboios e toadas.
O repertório das cantadeiras é formado por cantigas conhecidas desde a infância e outras de uma memória mais recente que tratam de questões cotidianas e fazem alusão a particularidades da produção sisaleira. O grupo é formado por Izabel, Alda, Ivamarcia, Carminha, Marisvalda e Cássia.
Programação:
Abertura
Data: 4/8 (Terça-feira)
Destaladeiras de Fumo de Arapiraca e Mestre Nelson Rosa
Local: Espaço Recreativo e Cultural do Sesc Araxá
Hora: 19h

Data: 5/8(Quarta feira)

Quebradeiras de Coco Babaçu

Local: Auditório da Escola Sesc
Hora: 19h

Grupo Ilumiara

Local:  Sesc Ler Amapá
Hora: 19h

Data: 6/8 (Quinta-feira)

Grupo Ilumiara

Local: Auditório da Escola Sesc
Hora: 19h

Quebradeiras de Coco Babaçu

Local: Sesc Ler Mazagão
Hora: 19h

Destaladeiras de Fumo de Arapiraca e Mestre Nelson Rosa
Local:  Sesc Ler Laranjal do Jari
Hora: 19h

Data: 7/8 (Sexta-feira)
Cantadeiras do Sisal e Aboiadores de Valente
Local: Auditório da Escola Sesc
Hora: 19h

Serviço
Assessoria de Comunicação e Marketing
Fone: (96)3241-4440 (Ramal 235) / (96)99134-0130
Facebook: Sistema Fecomércio Amapá

2 de agosto de 2015

O lugar é: Praça da Bandeira (AP) , porque tão descuidada?

Em 2013, rolaram vários post´s aqui no blog sobre as praças da cidade, algumas centrais e, infelizmente, elas ficaram piores. A intenção deste post é mais uma vez, mostrar que estes lugares, supostamente para lazer e passeio, são cada vez menos valorizados e descuidados.  

Inicio com a Praça da Bandeira, porque além de um local que tem valor histórico e sentimental para Macapá (AP) e acredito que, para muitos macapaenses, parece cada vez mais abandonada. O endereço desta praça é na principal avenida da cidade, na Avenida FAB,  a Praça da Bandeira é um lugar "multifuncional", propriamente uma praça pública, é também lugar de manifestações, palanque, show's, ponto de encontro, para pensar, namorar e se localizar (caso você se perca). 

Ela já foi cenário de muitos momentos marcantes para a cultura/música/ teatro local e ainda tem seu posto de melhor lugar para festas punk/ rock/heavy metal, etc. 

Todos estes pontos positivos valem ser lembrados, porque o descaso com a manutenção da praça também é preciso relembrar. As bandeiras (simbolo e inspiração do nome) não existem mais, os bancos estão desgastados, e existem poucos lixeiros distribuídos pela extensão dela. 
Sei que não vamos tirar do bolso para fazer tais reparos, pois não é dever, nem função nossa, mas cuidar e ficar atento para não destruir o que é nosso ( é público, então é nosso), é fácil! 
Ainda quero participar de eventos e passear pela Praça da Bandeira por muitas e muitas vezes, se ela estiver  bem cuidada, melhor ainda.  Este post nada mais é do que uma lembrança dos lugares/coisas que temos nas terras tucujus tão valiosas, e as vezes esquecemos de contar por aí.



Camila Karina

30 de julho de 2015

London Calling




Banda Radiofone com um repertório todo especial tocando só os clássicos da música britânica.

Banda Liverpool tocando o melhor do rock, indie e alternativo direito da terra da Rainha.
Banda Kairos tocando a metalera inglesa, só os clássicos.

E a cereja do bolo, Andre Mont' Alverne discotecando os melhores sons, aqueles que tu te arrepia meu mano!!!
;*

*Mini especial Amy Winehouse

Dia 07 de agosto de 2015
Latitude Zero

Ingressos disponíveis dia 10/07/15
info: 96-992048852 / 96-991669292

29 de julho de 2015

II aniversário Underground - Especial Joy Division e Raul Seixas



Em julho o Underground Clube Rock Bar completa 2 anos de muita cerveja e rock and roll...
Vamos comemorar em grande estilo e em dose dupla com as seguintes atrações:
*Silvio Neto e Banda tocando Raul Seixas
*Stereovitrola tocando Joy Division

Discotecagem fica por conta do Paulo Junior-Ramone

Fiquem atentos às promoções, elas valerão somente para quem comprar ingresso antecipado!

27 de julho de 2015

Sesc Amazônia das Artes 2015


O Sistema Fecomércio Amapá por meio do Sesc promove no período de 7 a 20 de agosto o projeto Sesc Amazônia das Arte 2015, um evento reúne espetáculos gratuitos de teatro, dança, música e artes visuais.  As apresentações fazem parte de um intercâmbio artístico entre os estados do Amapá, Amazonas, Acre, Maranhão, Mato Grosso, Pará, Rondônia, Roraima e Tocantins.


Programação Sesc Amazônia das Artes 2015
07/08 – Lançamento da Exposição “Meninice”
19h – galeria Antônio Munhoz Lopes (Sesc Araxá)

10/08 terça-feira
Show Tática - Brenda Melo (Amapá)
19h – Teatro das Bacabeiras
Apresentação de dança Yi ocre – Odacy Ribeiro (Amazonas)
21h – Salão de eventos Sesc Araxá

11/08 – Terça-feira
Show Assovio – Rodolfo Minari e Banda (Acre) e show Passarinho do Jalapão – Dorivan (Tocantins)
20h – Teatro das Bacabeiras

12/08 – Quarta-feira
Peça teatral “Lete” – Beradera Cia de Teatro (Rondônia)
20h - Sesc Araxá

13/08 – Quinta-feira
Apresentação poética Grupo Tatamirô (Amapá)
17h - Salão de eventos Sesc Araxá
Recital Poético Grupo poetas Azuis (Amapá)
20h - Salão de eventos Sesc Araxá

15/08 – Sábado
Peça teatral infantil “A Poção do Amor” – ArtPalco (Tocantins)
18h – Teatro das Bacabeiras

16/08 – Domingo
Show da banda  Regiojazz (Roraima)
19h – Casa do Artesão

17/08 – Segunda-feira
Peça teatral “A Carroça é Nossa” – Xama Teatro (Maranhão)
19h - Casa do Artesão

18/08 – Terça-feira
Apresentação de dança “Grave- Grove” – Balé da cidade de Terezinha (Piaui)
20h - Salão de eventos Sesc Araxá
19/08 – Quarta- feira
Peça teatral “Agustino peixe Grande” – Teatro de Brinquedo (Mato Grosso)
Manhã e tarde – Escola Sesc

20/08 – Quinta-feira
Show musical “Equatorial, quente e úmido – Félix Robatto (Pará)
20h – Sesc Araxá

Serviço
Contato de solicitações para agendamento de visitação com mediação educativa:
Telefone: 3241 - 4440 (ramal – 257)
Assessoria de Comunicação e Marketing
Fone: (96)3241-4440 (Ramal 235) / 

Oficina "Composição em Fotografia" é ofertada gratuitamente em Macapá


Alessandra Leite

No dia 6 de agosto o Serviço Social do Comércio promove no horário das 8h30 às 12h e das 14h30 às 18h,  na Sala de Cinema Charles Chaplin no Sesc Araxá a oficina “Composição em Fotografia" ministrada pela arte-educadora e fotografa Suzana Melo do estado do Maranhão.

Os interessados em participar da oficina podem se inscrever no setor de cultura do Sesc Amapá, no horário comercial ou por meio dos contatos 3241 -4440 (ramal - 257), email: artesvisuais@sescamapa.com.br. O curso é voltado para fotógrafos, interessados e amantes da fotografia, e os participantes devem trazer suas câmeras fotográficas.

A oficina é o desdobramento da exposição “Meninice” que inicia no dia 7 de agosto no Sesc Araxá e reúne 14 fotografias em preto e branco, que retratam as vivências cotidianas da infância de crianças do povoado da zona rural de Alcântara. A exposição que também é de autoria de Suzana Melo, faz parte da programação do Projeto Sesc Amazônia das Artes 2015.


Suzana Melo


Fotografa e arte educadora, Suzana Melo, realiza pesquisas e produções em Artes Visuais. graduada em educação artística pela Universidade Federal do Maranhão - Ufma, iniciou seu trabalho como artista em 2008. Participou de exposições coletivas, dentre elas “Itinerário” (2008), “Theneterhara” (2010) e do 3º Salão de Artes Visuais de São Luís, com instalação artística - Gato, juntamente com Lidiane Pinheiro, Lilian Santos e Adriana Tobias. Atuou como arte educadora nas redes pública e particular de ensino de São Luís (2010 e 2011). Atualmente é professora substituta do curso de Artes Visuais da UFMA e professora de Balé no Projeto Nova Alcântara (Alcântara – MA)

Projeto Botequim retorna com novo formato dia 28 de julho


O tradicional Projeto Botequim, voltará a ser realizado no Sesc Araxá, onde antes era seu projeto de origem, com novo horário e muitas novidades que valorizam a cultura local

Fernanda Picanço

Confirmado! Dia 28 de julho 12 artistas foram convidados para o retorno do Projeto Botequim. Em novo horário e local, o Botequim vem todo reformulado, iniciando suas atividades a partir das 19h, no Espaço Recreativo Cultural do Sesc Araxá.

Para abrir o retorno do Projeto Botequim, foram convidados os artistas selecionados no Sescanta 2014, que farão o lançamento do Cd Sescanta Amapá são eles: Brenda Melo, Osmar Junior, Cley Lunna, Karol Diva, Aroldo Pedrosa, Cássio Pontes, Dilean Monper, Jeronimo Barreto, Paulo Bastos, Tom Campos e Willian Cardoso.

A retomada do Projeto Botequim contará também com a participação especial do grupo Poetas Azuis que farão um show poético denominado Abra o Bico.

Segundo a diretora regional do Sesc Amapá, Karina Alvarenga, O Projeto  Botequim foi pensado com todo carinho para que o público que vem prestigiar o evento, também participe de novas interações culturais. “Música, literatura e artes visuais são as novidades inseridas no Projeto Botequim, que a partir do novo formato, será possível observar a produção musical do Estado”, declara a diretora.

Segundo a coordenadora de cultura do Sesc Amapá Michele Lobo, “Em novo formato o Botequim vem com a proposta de divulgar a produção musical autoral, bem como a música produzida na Amazônia, a poética e o ritmo característico do Amapá que estarão ecoando no palco do Botequim todas as terças feiras”, reforça a coordenadora.

Serviço
Sesc Amapá
Assessoria de Comunicação e Marketing
Fone: (96)3241-4440 (ramal 235)/99134-0130
Facebook: Sistema Fecomercio Amapá

PROGRAMAÇÃO CORPUS URBIS


Corpus Urbis é um evento de performance/instalação urbana que busca promover o intercâmbio entre artistas de todo o Brasil na cidade de Macapá-AP. As propostas de ações serão realizadas em alguns espaços significativos da cidade, como: Fortaleza de São José de Macapá, Monumento Marco Zero do Equador Praça Veiga Cabral e Ponto de Cultura Encanto dos Alagados.

 Os trabalhos apresentados seguirão as temáticas corpo/cidade. Esse projeto pretende promover um encontro entre artistas envolvidos com a arte da performance e intervenção urbana, residentes em vários estados brasileiros, para mostrarem os seus trabalhos em espaços diversos na cidade de Macapá. O evento terá duração de três dias (13, 14 e 15 de agosto de 2015) com apresentações de trabalhos dos artistas que acontecerão em horários alternados em espaços pré-escolhidos por eles. Haverá também uma mostra de vídeo performance no Museu Fortaleza de São José.

Blog: corpusurbis.blogspot.com.br

24 de julho de 2015

TERCEIRA MOSTRA DE ARTE PÚBLICA NO MEIO DO MUNDO

 
Em sua terceira edição, a Mostra de Arte Pública Meio do Mundo traz o tema “Circo na Rua”, a iniciativa cultural tem o objetivo de ocupar e propor novos significados para o espaço público amapaense por meio da diversidade das linguagens artísticas.
Desde 2013, a Mostra é realizada, sempre trazendo uma ou mais linguagens artísticas para o espaço público de Macapá. Nesta edição, o foco é o circo e a arte da palhaçaria.

De acordo com Joca Monteiro, coordenador da Mostra, a ação é parte integrante do processo de discussão e construção de uma arte verdadeiramente pública. “Nosso intento é a promoção de uma nova ordem que elimina as diferenças entre as camadas sociais oportunizando o acesso à arte independentemente dos grandes equipamentos culturais”, destaca o representante do Grupo Eureca realizador da programação.

A mostra de Arte Pública no Meio do Mundo 2015, também é a culminância de processos de formação da cadeia produtiva do setor cultural, uma vez que a programação inclui apresentação de resultados do Workshop de Palhaçaria ministrado nesta semana por Marton Maués com a participação de artistas que se dedicam à arte do palhaço e ao circo no Amapá.
 
Segundo Washington Silva, a programação é um convite feito para artistas e sociedade em geral, inclusive aos gestores públicos. “É na verdade, um chamado para uma atividade pública, para uma arte pública. Onde as pessoas possam se reunir para fazer cultura, para servir à comunidade”, afirma o presidente do Coletivo de Artistas, Produtores e Técnicos em Teatro do Amapá (CAPTTA).

A Mostra de Arte Pública Meio do Mundo acontece neste sábado (25), a partir das 18h com Saída de Palhaços no Parque do Forte e apresentação de números circenses em frente à Casa do Artesão. Dentre as apresentações destacam-se “O casamento do Boboca” (Grupo Eureca), “De sol a solo” (Jones Barsou), além de outros convidados.

A programação realizada pelo Grupo Eureca tem apoio do CAPTTA,  Tatamirô Grupo de Poesia, Fundação Municipal de Cultura (Fumcult- PMM) e Secretaria de Estado da Cultura (Secult - GEA).
 
ARTE PÚBLICA

Definir uma arte que seja pública obriga a considerar as dificuldades que rondam a noção desse conceito. Em sentido literal, seriam objetos de arte pertencentes ou instalados em espaços de acesso livre. Nessa direção, é possível acompanhar a vocação pública da arte desde a Antiguidade, lembrando da arte integrada à cena cotidiana, como por exemplo, O Pensador, de Auguste Rodin (1840 - 1917), instalado em frente do Panteão em Paris, 1906 - e de outras mais diretamente envolvidas com o debate político.

O sentido corrente do conceito de Arte Pública refere-se à arte realizada fora dos espaços tradicionalmente dedicados a ela, os museus e galerias. Fala-se de uma arte em espaços públicos, ainda que o termo possa designar também interferências artísticas em espaços privados, como hospitais e aeroportos. A ideia geral é de que se trata de arte fisicamente acessível, que modifica a paisagem circundante, de modo permanente ou temporário.

O termo entra para o vocabulário da crítica de arte na década 1970, acompanhando de perto as políticas de financiamento criadas para a arte em espaços públicos. Diversos artistas sublinham o caráter engajado da arte pública, que visaria alterar a paisagem ordinária e, no caso das cidades, interferir na fisionomia urbana, recuperando espaços degradados e promovendo o debate cívico. "O artista público é um cidadão em primeiro lugar", afirma o iraniano Siah Armajani (1939), radicado nos Estados Unidos.

A arte pública deve ser pensada dentro da tendência da arte contemporânea de se voltar para o espaço, seja ele o espaço da galeria, o ambiente natural ou as áreas urbanas. Diante da expansão da obra no espaço, o espectador deixa de ser observador distanciado e torna-se parte integrante do trabalho.

O espaço das cidades é explorado pela Arte Pública de modos distintos. Alguns projetos artísticos associam-se diretamente aos processos de requalificação do espaço urbano e contam com a participação da população local em sua execução. Outros planos de renovação de centros urbanos se beneficiam de obras de artistas de renome.

No Brasil, é possível pensar em arte pública por meio de iniciativas individuais de artistas. Na década de 1960, as manifestações ambientais de Hélio Oiticica (1937 - 1980), com suas capas, estandartes, tendas, parangolés, uma sala de sinuca (1966) e Tropicália (1967) podem ser tomadas como exemplos de produção artística que interpela a cena pública.

Na década de 1970, podem ser lembradas as intervenções na cidade realizadas por Antonio Lizarraga (1924) em parceria com Gerty Saruê (1930), cujo primeiro resultado é Alternativa Urbana. Estas propostas ligam-se à interação do público com a arte e à ideia de que ela deve ser "utilitária", necessidade básica do cidadão, tão importante quanto a educação e a saúde pública.
 
Serviço:
III Mostra de Arte Pública Meio do Mundo
Data: 25/07/2015
Horário: 18h
Saída de Palhaços (Parque do Forte)
Mostra de Números Circenses (Praca da Casa do Artesão)
Realização: Grupo Eureca
Apoio: Coletivo de Artistas Produtores e Técnicos em Teatro do Amapá (CAPTTA)
                Tatamirô Grupo de Poesia
                Secretaria de Estado da Cultura (Secult- GEA)
                Fundação Municipal de Cultura (Fumcult - PMM)